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Referęncias para o estudo bíblico
Referęncias para o estudo bíblico

Referências para o estudo bíblico

Um auxilio para professores de escola dominical e amigos da Palavra de Deus.

DESCRIÇÃO DAS HISTÓRIAS DA BÍBLIA

* Sugere-se que os versículos indicados com asteriscos (*) sejam decorados.

* As citações entre colchetes [ ] requerem um maior conhecimento bíblico, e podem ser deixadas de lado conforme a idade das crianças.

 

71. A Parábola do Pai de Família e do Bom Servo e do Mau

Mateus 24:43-51.

  1. O dono de casa responsável: versos 43-44.
  2. O empenho e a bem-­aventurança do servo fiel: versos 45-47.
  3. A descrição e a porção do mau servo: versos 48-51.

Explicação e ensinamentos:

A casa de Deus em nossos dias é a cristandade professa. Mas em cada casa deve haver ordem, ás tesouros da casa devem ser zelados e protegidos. O responsável por isso é o dono da casa (a tradução de Almeida diz: "o pai de família"). Se durante a ausência do Senhor tivesse sido vigiado na cristandade, o ladrão não teria arrombado a casa e tampouco obtido êxito em roubar gradativamente, no decorrer dos séculos, os tesouros da Verdade e de bênçãos que Deus outorgou.

Nesta parábola nos é apresentado primeiro o exemplo do servo fiel e prudente. Ele demonstra interesse pelos outros servos, os seus companheiros na casa, e dá-lhes o sustento (o alimento) na ocasião devida. O seu coração e o seu comportamento são fiéis ao Senhor, que o alistou. Subentende-se que o senhor da casa está ausente. Trata-se do Senhor Jesus no céu. Este quer que aqueles que levam o Seu nome (o nome de cristãos) sejam servidos com o sustento (o alimento) que lhes for apropriado (Lc 12:42). Em meio à cristandade há os que não são convertidos, e a estes deve-se anunciar o precioso evangelho que é capaz de operar a salvação, mas aos crentes deve-se trazer edificação, exortação e consolação. Portanto, os que nesta casa tiverem a Vida de Deus - os que "nasceram de novo" -também participarão do serviço que o Senhor quer ver feito, e isso conforme a medida do dom e da vocação que cada um recebeu. Testemunharão e serão uma bênção por meio de suas palavras e de suas atitudes, até que o Senhor volte.

Mas qual é a recompensa do servo fiel? O Senhor "lhe confiará todos os Seus bens". Ele o fará participar de tudo aquilo que é Seu, tanto no Céu como na Terra. Trata-se primeiramente do Reino aqui na Terra, que o Senhor como Rei estabelecerá na Sua vinda, e no qual o servo fiel ocupará um posto de co-govemante (Ap 20:6). Mas depois também, por toda a eternidade, eles compartilharão com Ele da glória; e a seguir ainda, na "Nova Terra", vemos que continuam unidos com Ele (Jo 17:22; Ap 21:2,7)!

O mau servo é figura da cristandade professa quando esta não é um testemunho para Cristo, pois vive segundo a maneira do mundo e apenas para o mundo. Não há laços de amor que o unam ao Senhor ausente. É por isso que ele nem está esperando, antes diz: "Meu senhor demora-se". E não somente isso, arroga para si o senhorio sobre os outros servos, os seus companheiros na casa, espanca-os e vive com os ateus, come e bebe com os ébrios.

Esta é uma triste mas fiel representação de muitos indivíduos que há na Igreja cristã e que ali dominam, mas que estão longe de Cristo. Sim, todos os que levam o nome de Cristo mas que não são propriedade dEle, pertencem, em termos espirituais, à classe do mau servo. Quando o Senhor vier do Céu o mau servo receberá o seu castigo, e sua punição será mais severa que a dos gentios (as "nações") que não conheciam a vontade do Senhor; a parte dele será com os "hipócritas", pois a sua vida não correspondeu à sua profissão de fé (*Lc 12:47-48).

Nesta ocasião a igreja professa, aquela que apenas ostentou o nome do Senhor, mas que não tinha Vida em si mesma, será lançada fora e receberá um juízo mais severo que as demais pessoas.

Oh, que todos os verdadeiros cristãos, em compensação, idosos ou jovens, possam servir ao Senhor em fidelidade e aguardando dos céus o Senhor Jesus (1 Ts 1:9-10)!

 

72. A Parábola Das Dez Virgens

Mateus 25:1-13.

  1. Quem as dez virgens representam? O que as diferencia?: versos 1-4.
  2. Por que o Senhor demora? O que o grito à meia-noite provoca?: Versos 5-9.
  3. O que acontece quando vem o Noivo?: versos 10-11.
  4. A advertência do Senhor: verso 13.

Explicação e ensinamentos:

Quando o Senhor usa a expressão "Reino dos céus", Ele está designando, conforme já vimos antes, o tempo do desdobramento de Seu Reino enquanto Ele estiver ausente daqui; em outras palavras, o "Reino dos céus" trata da cristandade até o dia de Sua vinda (compare a Mt 13:24-30). Ao tratar da parábola anterior, a do bom servo e do mau, nós já tínhamos visto que o Senhor há de voltar e que, nestes dias de Sua ausência da Terra, Ele tem aqueles que levam o Seu nome como responsáveis por ser seus servos e testemunhas. Ao empregar o vocábulo "então" no início de nossa parábola, o Senhor dá a entender que ela está conectada ao trecho anterior; e também a que vem a seguir, a terceira parábola (a dos talentos que foram confiados aos servos ­Mt 25: 14-30), trata essa verdade da responsabilidade dos que professam a Cristo de ser Suas testemunhas, até que Ele venha outra vez.

A parábola das dez virgens agora transporta-nos ao tempo fi­nal da Igreja - ou cristandade -, aos dias que antecedem o "arrebatamento", a remoção dos crentes deste mundo para o céu. Ao mesmo tempo a parábola é uma representação da condição da Igreja desde seu início até o fim, pois menciona duas saídas das virgens a encontrar-se com o Noivo. A primeira vez isso aconteceu logo no início, quando da fundação da Igreja. A segunda saída, após um longo sono, é um pouco antes da vinda do Noivo. Porém a ênfase está na segunda "saída", pois o propósito da parábola é expor a gravidade da vinda do Senhor.

Mas quem as dez virgens representam? Do que elas são figura? Da cristandade, desde que esta ainda professe ao Senhor ­pois todas levam lâmpadas consigo e todas saem ao encontro do Noivo. Não restam dúvidas de que o Noivo é o Senhor Jesus. Mas em nossa parábola não achamos uma noiva, somente dez virgens que estão à espera do Noivo e que Lhe devem ir ao encontro quando este chegar com o propósito de levar às bodas os seus que, juntos, formam a Sua noiva9.

Vemos, então, que a parábola não trata da própria Noiva, de suas bênçãos e de sua glória, mas, outra vez, da responsabilidade que ela tem de esperar pelo Senhor e de ser Sua testemunha até que Ele venha. Nesta responsabilidade não há distinção entre os que realmente pertencem ao Senhor Jesus, os que formam a Sua Noiva, daqueles que apenas levam o Seu nome mas que não pertencem verdadeiramente ao Senhor Jesus.

9 Esta parábola é uma aplicação de um costume do oriente. Lá as bodas, a festa do casamento, não são celebradas, como no ocidente, na casa da noiva, mas do noivo; para os crentes, portanto, esta "festa" não será aqui na Terra, mas no Céu. À noite o noivo deixa a casa de seu pai, onde tudo já está preparado para a festa, e vai buscar a noiva. A noiva, enfeitada, está na casa de seus pais esperando pela vinda dele. Aproximando-se o Noivo, as damas de honra devem ir ao seu encontro com tochas ou com lâmpadas acesas, pois é escuro lá fora, e passam a acompanhar os seus passos.

Mesmo que exteriormente não haja distinção quanto à responsabilidade que lhes toca, perante Deus há uma grande diferença entre os dois tipos de virgens: umas são prudentes, levam azeite em suas vasilhas para ter luz, as outras são néscias, tomam apenas as lâmpadas, mas não o azeite. As lâmpadas delas hão de apagar.

É apropriado que as virgens prudentes sejam mencionadas primeiro, visto que no princípio da Igreja ninguém era contado como cristão sem que pertencesse de fato ao Senhor e, por conseguinte, à Sua noiva. Todos os que levavam o nome de cristãos tinham-se convertido a Ele de coração, tendo por isso recebido o azeite - a Vida de Deus, o Espírito Santo (Jo 5:40; *6:47; Ef 1:13). "Mas, dos restantes (os não-convertidos), ninguém ousava ajuntar-se a eles" (At 5: 13). Temos, portanto, que os primeiros cristãos eram todos "virgens prudentes", e estas "saíram (dentre os judeus: Hb 13:12-13e dentre os gentios: 2 Co 6:17) a encontrar-se com o Noivo". Tinham "cingidos os lombos e acesas as candeias" (*Lc 12:35-­36). Aqui no mundo eles foram uma luz brilhante e um testemunho para Deus, e esperavam sempre pela vinda de seu Salvador (Leia Mt 5: 14; Fp 2:15-16; 1 Ts 1:9-10 e 5:4-9).

Mas com o passar do tempo sucedeu que pessoas não­-convertidas também passaram a participar da profissão cristã. Tais pessoas têm apenas "a forma de piedade (levam, por conseguinte, uma lâmpada), negando-lhe, entretanto, o poder" (2 Tm 3:5). Falta-lhes o azeite, figura do Espírito Santo, e por isso sua piedade não tem poder; não possuem a certeza da salvação.

E, "tardando o Noivo", não somente aconteceu que pessoas não-convertidas juntaram-se à profissão cristã, mas todas juntas, conforme lemos no verso 5, "foram tomadas de sono": os convertidos amoldaram-se ao mundo e "adormeceram" juntamente com os não­-convertidos. Perderam de vista a sua vocação celestial; abandonaram a esperança e deixaram de aguardar o Senhor Jesus dos céus; passaram a celebrar com o mundo festas e cerimônias religiosas, até mesmo a Santa Ceia - porção exclusiva dos verdadeiros crentes. A verdadeira Igreja, a Assembléia do Santos, já não era mais uma "cidade edificada sobre um monte" visível a todos. Na história, desde os dias de Agostinho, fala­-se dela como "a Igreja invisível".

Porém, em Seu amor, o Senhor Jesus preocupou-Se com os seus. Seu desejo não era encontrá-los dormindo. Ao aproximar-se a Sua vinda, à meia­-noite, propagou-se um clamor:

"Eis o Noivo! saí ao Seu encontro”. A história registra que, ao findarem os dias escuros da Idade Média, ouviu-se falar novamente - primeiro em voz baixa, mas depois com uma força cada vez maior - do retomo do Senhor Jesus. Daí o clamor tomou-se nítido: "O Noivo vem”, ou: "Eis o Noivo!". Desta forma, decorridos 1800 anos, houve entre os crentes de vários lugares da Terra um novo despertar do anseio pela vinda de Jesus. Eles Lhe pedem: "Vem, Senhor Jesus!" Assim, desta forma, os crentes estão pela segunda vez saindo ao encontro de seu Noivo celeste. Há grande alegria entre os crentes; eles preparam (enfeitam) as suas lâmpadas: em muitos lugares do mundo eles estão purificando-se ao apartar-se de todas as formas do mal e voltando à doutrina "que era desde o princípio”.

Também os descrentes despertam e dão conta de si, como lemos: "Então se levantaram todas aquelas virgens e prepararam (enfeitaram) as suas lâmpadas". Desde então nota-se muita iniciativa e muita atividade no terreno cristão; há empenho para ouvir e proclamar a Palavra de Deus, trabalha-se mais do que nunca em missões - preparam-se as lâmpadas. Mas apesar de sua atividade, muitos descrentes notam que os verdadeiros crentes possuem algo que lhes falta: a Vida de Deus, a Paz com Deus, a certeza da salvação concedida pelo Espírito Santo (Rm 8: 16). Por isso pedem que se lhes dê azeite 10. É isso, apenas a religiosidade ou um formalismo cristão não bastam, nem mesmo quando acompanhados por uma boa conduta; nada disso propicia que a alma tenha paz com Deus nem garante o direito de acesso ao Céu. O Senhor Jesus diz: "Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (Jo 3:3,7). Depois ainda lemos: "Se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele" (Rm 8:9).

10 O óleo, o azeite, é uma conhecida representação do Espírito Santo. Outrora era usado para ungir os reis e sacerdotes. Os crentes hoje também são reis e sacerdotes (1 Pe 2:5,9 eAp 1:6), por isso também são ungidos (2Co 1:21-22).

As virgens néscias somente se aperceberam de sua falta de azeite e de sua loucura quando a chegada do Senhor estava próxima. Aí disseram: "Dai-nos do vosso azeite!" Mas isso não funciona: as virgens prudentes não podem prover e salvar as néscias com a luz e o azeite delas. Têm razão em dizer: "Comprai-o para vós!" É necessário que cada alma adquira para si a Vida divina. Nem mesmo os pais podem conferir a nova vida e o Espírito Santo a seus filhos. Por isso, quão séria é a palavra: "Comprai-o para vós!" É evidente que a Vida de Deus, a salvação de Deus, é gratuita: "Sem dinheiro e sem preço" (Is 55: 1); o dizer: "Ide antes aos que o vendem" tem apenas o intenção de explicar:

"Ide à fonte do azeite, não o buscai em nós!"

Enquanto as néscias ainda se ocupam em como obter o azeite necessário, o Noivo chega. Consuma-se agora a severa e derradeira separação das virgens para toda a eternidade: somente as que estavam preparadas entraram junto com o Noivo para as bodas. Nem mesmo as que estavam desejosas de ainda preparar-se puderam entrar; não, entraram somente as que estavam apercebidas, preparadas quando veio o Senhor. E em seguida a porta se fechou.

Quando esta parábola se realizar, então a preciosa época da graça, o dia da salvação (2 Co 6:2) no qual hoje ainda estamos terá sido encerrado para sempre. Aí o Senhor terá voltado (conforme nos prometeu em Jo 14:3) e levado ao Céu os que Lhe pertencem, à Casa do Pai. E, junto com os crentes, também o Espírito Santo há de deixar a Terra. Com isso o campo estará livre para o início, aqui na Terra, de um tempo de toda a sorte de enganos e juízos (2 Ts 2 e Ap 3:10).

É verdade que logo após a remoção - ou arrebatamento ­dos remidos (1 T s 4: 17) as virgens néscias ainda clamarão: "Senhor, senhor, abre-nos a porta!". Mas será em vão. Aí se cumprirá o que o Senhor já havia predito em Lucas 13: 24- 27: muitos chegaram tarde demais.

Quão grave é a aplicação desta parábola a todos os que professam ser cristãos, mas que ainda não são verdadeiramente salvos! Ide, pois, ao Senhor Jesus antes que seja tarde demais para a salvação. E os que já se tomaram propriedade do Senhor devem vigiar e servir ao Senhor, até que venha. O Senhor está perto (*Mt 25: 13; Fp 4:5).

73. A Parábola dos Talentos Confiados

Mateus 25:14-30.

  1. Qual o ensino desta parábola? Quem é o homem que se ausentou do país?: verso 14.
  2. O que fizeram os bons servos, e qual a recompensa recebida?: versos 15-23.
  3. O que fez o servo infiel, e o que aconteceu com ele?: versos 24-30.

Explicação e ensinamentos:

Conforme indica a palavrinha "pois" (v.14), esta terceira parábola está ligada à segunda, fazendo referência ao verso 13, onde lemos: "Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora". Assim também nesta parábola nos é indicada a responsabilidade dos cristãos professos de ser testemunhas fiéis e servos do Senhor durante Sua ausência. O aspecto abordado na parábola das dez virgens é a condição em que se encontra a alma; nesta, trata-se do serviço.

O Senhor Jesus "ausentou-se do país" depois de ter sido rejei­tado e após ter consumado a redenção; deixou Israel e ascen­deu ao Céu para ali ser coroado. De lá Ele voltará novamente à Terra para entrar na posse do Seu domínio (Lc 19:12).

Ao sair, confiou os Seus "bens" aos servos. Estes já não são judeus e gentios, embora o tenham sido, mas são pessoas que reconhecem a Jesus como o seu Senhor; são os que se professam cristãos. "Os bens" (os talentosll) não são posses terrenas, mas dons que os capacitam a trabalhar pelo Senhor. Os talentos são algo "extra" que o Senhor confiou aos seus servos, e foram sabiamente atribuídos a cada um de acordo com a sua capacitação natural.

O Senhor não havia dito o que os servos deveriam fazer com os talentos, nem como administrá-los ou qual seria a sua recompensa. O Senhor contava com a sabedoria e com a fidelidade deles, e na confiança que tinham nEle como Alguém que recompensa e que retribui com benevolência.

¹¹ 1 talento = 6. 000 denários. Assim, calculando-se que um diarista no Brasil ganhe 10 dólares por dia (igual a um denário - Mt 20:2), um talento de prata valeria 60. 000 dólares. (Fonte: Nota na Bíblia R.A. 2"ed.)

Os servos fiéis, à vista disto, também demonstraram amor e confiança ao seu Senhor (1 Jo 4:14,19). Logo que Ele partiu, eles saem negociando a favor dos interesses dEle com os talentos que lhes foram confiados. Não têm em vista os seus próprios interesses, mas sim os dEle, pois Ele os julgou fiéis para colocá-los a Seu serviço (1 Tm 1: 12-13). O que obterão em troca deste serviço deixam por conta da benevolência e da justiça de seu Senhor. E é justamente por isso que a parte que lhes coube foi bendita (1 Co 4: 1-5). "Depois de muito tempo" - expressão que dá a entender que o Senhor há de retardar a Sua vinda (associe o v.19 com o v.5) -, quando o Senhor voltou, os dois servos fiéis entraram "no gozo do Senhor" (*2 Tm 4:7-8). Ali descansarão eternamente no gozo e na proximidade do próprio Senhor, eles como também todos os que servirem ao Senhor aqui na Terra.

O servo inútil, pelo contrário, não demonstrou amor nem se empenhou para trabalhar em favor do Senhor. Ele nem mesmo crê no amor e na benevolência que o Senhor tem para com ele e para com outros. Por sua resposta, vemos como é teimoso: "Eu conhecia-te, que és um homem duro". Que ignorância acerca do Senhor! E que contradição entre o que fez e o que está falando! Pois caso o Senhor realmente fosse conforme essa descrição, severo e duro em Suas demandas, "que ceifa onde não semeou", então ele deveria ter se esforçado ainda mais ... mas o que fez foi absolutamente nada, tamanha a sua descrença!

Mas onde houver uma pequena centelha de fé e confiança no Senhor, a conseqüência será gratidão e fidelidade. O Senhor também fará com que esta alma receba mais de Sua luz e concederá cada vez mais graça (v.29). A porção e recompensa devidas ao servo inútil, conforme sua descrença, é que será condenado! (v.30).

 

A Igreja e o Reino de Deus